quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tribuna das Mulheres

Estou abrindo um novo espaço em meu blog para todas as Irmãs que como eu foram Roubadas por seus Irmãos, espero estar ajudando com minha experiência e esta tribuna que a Justiça Brasileira seja Justa para com as Mulheres.

Faça o download do Livro "À Chave" e quem sabe você se encontrará nesta história.

http://rapidshare.com/files/435342389/livro.pdf

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CONHEÇA MINHAS OBRAS:

Nas imagens abaixo, conheça um pouco mais de minhas Obras.








quinta-feira, 16 de dezembro de 2010



Esperança

Mário Quintana

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Texto extraído do livro "
Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.

Tudo sobre o autor e sua obra em "
Biografias".


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Sobre a Ética e a Estética e a liberdadse

Estou chocada em perceber como as três qualidades necessárias ao ser humano ,são desprezadas "here and now" no Brazil

Ética,Estética e Liberdade

foto


















"Mensagem da arte "Liane Chammas"

Mensagem da arte" Liane Chammas - 
Museu de Arte do Parlamento de São
Paulo.
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo


www.al.sp.gov.br

Liberdade, ética e estética constituem a mensagem artística de Liane Chammas
Emanuel von Lauenstein Massarani

Duas coisas são evidentes na pintura de Liane Chammas: uma grande dose de sinceridade autêntica e a levitação de uma imagem de contida elegância e poesia que se completa com a preciosidade da pureza da cor.
Mundo físico e espaço poético se distinguem e harmonicamente se fundem no interior de suas obras repletas de cores da primavera e de uma certa inocência, mas de ¨metier¨ e conteúdo significativos. Em conseqüência a obra de Liane Chammas se torna culta, refinada e espontânea.

O seu modo de contar aproxima-a da fábula. São temas retirados da crônica cotidiana, do tempo vivido junto ao mar, num clima de calor envolvente. A própria luz delineia o contorno dos objetos e das coisas, exaltando os motivos simples e elementares, reduzidos à síntese mais espontânea e natural, mais verdadeira e ao mesmo tempo de profundo significado.
A arte de Liane Chammas consegue se exprimir acima do relato com variações temáticas, nascidas de um íntimo recolhimento com o qual manifesta a sua medida e sua sobriedade.

Motivo de reflexão é, sem dúvida, o quadro Mensagem da arte, obra doada ao Acervo Artístico do Parlamento paulista, onde a artista, através de seus barcos à vela, verdadeiros mensageiros, transmite ao mundo seus anseios transparentes de liberdade, ética e estética. Em mérito, o crítico José Henrique Fabre Rolim escreve com muita propriedade: ¨O fluxo pictórico de Liane se envolve na liberdade de criar, alcançando na estética o equilíbrio perfeito para a conquista da ética no seu sentido pleno, buscando um virtuosismo musical inerente nas cores, nos gestos e nos traços. ¨
A Artista
Liane Chammas nasceu em São Paulo. Iniciou sua carreira artística em 1966 onde começa a pesquisar a paisagem brasileira, seus hábitos e seus modos de vida. Sua primeira apresentação foi no ano de 1968 no Clube Monte Líbano, participando do 1º Festival de Artes Inter-Clubes. De 1970 a 1973 preparou uma série de obras sob o título Nossos mitos, nossa gente, nossa terra, nosso amor, e foi convidada a participar do 1º Leilão oficial de arte moderna de São Paulo, em 1977.
Entre as inúmeras exposições que participou, destacam-se: Galeria B75, Rio de Janeiro(1978); Grand Prix International d'Art Contemporain de Monte Carlo (1979), Museu de Chiba, Japão; Galeria Portal, São Paulo; Festival de Inverno de Campos do Jordão (1981); Mostra de Arte Contemporânea Brasil - Estados Unidos, Tampa Bay, USA (1986) XI e XII Bienal do Imigrante, Ibirapuera, São Paulo, (1987,1988); ¨Espace Laser¨, Paris, França; Flórida Southern College, USA e Bennet Gallery, Orlando, USA (1989); ¨Pour la Paix¨, Institut du Monde Arabe, Paris, França (1991); Theodore Museu, Toronto, Canadá; Festival Internacional Osaka - Paris, França (1992); ¨La lengua viva¨; Orlando Musen of Art, USA; ¨Open house¨, Windermere, Orlando (2001).
Recebeu inúmeros prêmios no Brasil e no Exterior, tendo sido citada no Annuaire Internacional d' Art Contemporain de Paris, França (1980, 1985, 1986 e 1989); no Dicionário de Arte de Walmyr Ayalla; ¨Artes Plásticas, seus mercados, e seus leilões¨, de Julio Louzada-(1987); Anuario de Latino Americano de Las Artes Plásticas (1985).
Diversas obras integram Acervos oficiais e particulares do Brasil e do Exterior e muitas foram incluídas nos cartões postais ¨Arts et Images du Monde¨ Maitres du XX Siécle - Paris, França (1992).